

A Fundação Nacional de Artes - Funarte lamenta o falecimento do apresentador, humorista e escritor, Jô Soares (1938-2022). Nesta sexta-feira (5/8), o país perdeu um de seus maiores comunicadores, capaz de reunir diversas manifestações da arte em uma só vida: pintor, dramaturgo, ator, diretor e roteirista.
José Eugênio Soares, carioca, nasceu em 16 de janeiro de 1938. Filho único do empresário paraibano Orlando Heitor Soares, e da dona de casa Mercedes Pereira Leal, ele queria ser diplomata quando criança, seguindo a carreira de seu bisavô materno, Filipe José Pereira Leal, conselheiro, diplomata e político, chegando a ser também governador do estado do Espírito Santo durante o Império. Jô estudou no Colégio de São Bento do Rio de Janeiro (RJ), no Colégio São José de Petrópolis (RJ) e no Lycée Jaccard, em Lausana, na Suíça.
Um dos primeiros representantes brasileiros da comédia stand-up, estreou na TV em 1956, na Record TV. De lá pra cá, fez seu nome em programas como “A Família Trapo” (1966), “Planeta dos Homens” (1977) e “Viva o Gordo” (1981). Como entrevistador, apresentou os talk shows "Jô Soares Onze e Meia" (1988-1999) e "Programa do Jô" (2000-2016). Na literatura, lançou 9 livros. No cinema, participou de 25 filmes.
A Funarte se solidariza com a família, amigos e fãs de Jô Soares, que deixa um legado para a cultura de nosso país.
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