

Com o propósito de promover e incentivar o conhecimento científico de maneira lúdica e interativa, desenvolvendo a curiosidade de crianças e jovens, a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), em parceria com a Secretaria de Educação (Sec), inaugurou mais uma Praça da Ciência no interior da Bahia, desta vez no Complexo Integrado de Educação de Itabuna. A solenidade, que aconteceu nesta sexta-feira (1), contou com a presença do chefe de Gabinete da Secti, Marcius Gomes, da secretária de Educação, Adélia Pinheiro, da deputada federal Lídice da Mata e de outras autoridades.
O espaço, que tem equipamentos inclusivos para pessoas com deficiência, estimula o saber científico de maneira lúdica e interativa. A praça conta com balanço, alavanca, gangorra, bicicletas geradoras, torre infinita, harpa e concha acústica.
Marcius Gomes, chefe de Gabinete da Secti, destaca o objetivo principal da Praça da Ciência. “Essa iniciativa faz parte do nosso maior programa de governo, o Bahia Mais Inovadora. O foco central da ação é a popularização da ciência. Essas estruturas facilitam a aproximação da juventude ao processo de aprendizagem. A praça também visa aproximar a comunidade e os estudantes dos temas de ciência, tecnologia e inovação.”
Para Adélia Pinheiro, secretária de Educação, a praça é um ambiente que gera integração e conhecimento. “É uma praça, então, é lugar de encontro. Um espaço para professores e estudantes. O local possui equipamentos lúdicos, que conduzem um processo educativo e formativo. Nos equipamentos, estão embarcados um conjunto de conteúdos da física, da matemática e até das ciências relacionais. É um convite para que professores, estudantes e comunidade se juntem e, de forma prazerosa, adquiram conhecimento”, afirma.
Luís Gustavo, estudante do 2° ano, enfatiza o significado de ter a praça no colégio. “É uma ferramenta muito importante, pois ajuda na construção do nosso conhecimento na área científica”. Já o diretor do Complexo, Denelísio Nobre, fala como a praça mistura o lúdico com a aprendizagem. “É um instrumento que tem o objetivo de fazer com que o lúdico entre no espaço do conhecimento. Então, os alunos vão aprender ciência brincando”.
Fonte: Ascom/Secti
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